✍️ Folha Serrana | Reportagem: Francisco Filho
No coração do sertão nordestino, entre pedras, sol forte e terra seca, surgiam os ranchinhos de antigamente — moradias simples, feitas de paus, varas, palha e barro, que guardavam dentro de si histórias de luta, fé e resistência.
Era nesses pequenos ranchos que os agricultores sertanejos criavam seus muitos filhos, enfrentando o duro trabalho da roça desde cedo. Não havia luxo, nem conforto. O que existia era trabalho, união e dignidade.
🌞 INFÂNCIA NA ROÇA, VIDA NO SACRIFÍCIO
As crianças aprendiam cedo a ajudar: buscar água longe, capinar, plantar milho e feijão, cuidar dos animais e enfrentar o sol quente do sertão. A escola, quando existia, ficava distante. Muitas vezes, o aprendizado vinha da própria vida.
🍽️ POUCO NO PRATO, MAS MUITA FÉ
A comida era simples: farinha, feijão, milho, rapadura e, quando dava, um pouco de carne. Mesmo com pouco, havia partilha. O que nunca faltava era a fé em Deus e a esperança de dias melhores.
👨🏽🌾 O PAI E A MÃE COMO EXEMPLO
O pai era a força da roça, e a mãe, o alicerce da família. Juntos, ensinavam valores que atravessam gerações: respeito, honestidade e coragem. Muitos filhos cresceram, venceram na vida, mas jamais esqueceram de onde vieram.
🏚️ MEMÓRIA QUE NÃO PODE MORRER
Hoje, muitos desses ranchinhos já não existem mais. Foram levados pelo tempo, pela seca ou pelo abandono. Mas suas histórias permanecem vivas na memória do povo sertanejo.
Preservar essa lembrança é respeitar quem construiu o sertão com as próprias mãos.
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